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21 fevereiro, 2010

O diario da india


Tentativa de crônica.
O diário da índia
Nascida da terra, filha do vento, irmã do fogo e casada com a água. Menina mulher, pertencente a ninguém, tórrida, avassaladora por onde passa a beira de um penhasco prestes a se jogar. Lá estava ela intacta e pensativa. Pensava o quê aquela morena? Com um algo na mão, supostamente um caderno ou um diário, ninguém sabia ao certo ou ninguém estava ali para tentar descobrir, respirava fundo como se fosse o fim do mundo ou o inicio de uma nova batalha, uma nova era. Então num raio de segundo disparou com sua declaração tão abertamente à terra que parecia estar falando consigo mesma à frente de um espelho sem vergonha de contar sua mágoa gritando.
“Aqui está minha vida por escrito, minhas alegrias e minhas lágrimas. Se angario minhas realizações é por que estou firme e forte no que faço não por que sou filha da terra com o vento. Não dependo de imortalidade para viver. Também sou humana e mereço, mais que quais quer um o prazer de uma mulher”

10 fevereiro, 2010

Os arrependidos

" Agora sei que sou um esperma vivo e crescido. Uma criatura que só penssava em lascívia, em safadesa, gabolagem e outras coisas que todo o adolecente penssa em fazer. Meu instinto morto me diz que tudo foi invão: Os 10 anos que passei estudando soluções quimicas, matemática e gramática. Mesmo assim, se eu podesse voltar ao passado penssaria em fazer tudo novamente, talvez do mesmo jeitinho. Mas agora é tarde. Deveria ter penssado nisso antes de morrer.
A minh'alma pede por refúgio. Aqui é tão frio e escuro, tão quente e claro. E eu que reclamava tanto do lugar que eu abitava agora emploro por ele.
Será que tudo derrepente acabou?...Ou a era dos arrependidos vai ter vez?"