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04 abril, 2010

Amargo soneto

Pare de fantaziar
Toda a sua loucura
Só sabe me cansa
Me torturar

Por vários lugares eu passei
Contigo não estive
Mas hoje me lembrei
Que junto a gente vive

Agora não quero
Me exaustei
Mero humano, humano mero

Pára, pára de fantaziar
Você não tem amigos
Pois o unico está indo embora!

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