Oi galera que visita o meu blog.
Se estou um pouco distante estes dias é por que eu não estava me sentido muito bem. E para eu postar eu tenho que estar ótimo. Continuarei com o ''DIARIO DE UM LOUCO'' e outras hitorinhas, cronicas, textos engraçados, tristes e etc.
Obrigado por virem...e até......
BOA LEITURA!
26 janeiro, 2010
15 janeiro, 2010
DIARIO DE UM LOUCO

Manaus, 14 de janeiro de 2010.
A nessecidade de transmitir o que eu sinto me deixa nervoso. Acho que o stress vem como um amargo remédio que atravessa a garganta e pousa no estômago para depois ser digirido em uma vomitada. Sei que tais palavras dão embrulho na ''barriga'', mas é por nessecidade que escrevo. Minha alma emplora por um passaso que me pertuba e me deixa triste, e meu corpo estremesse ao usar essas roupas deconfortáveis. Tenho que me conter quanto ao meu incontralável jeito de agir para com o Dr. Tomps- Da útima vez eu arranquei um pequeno pedaço de seu braço com uma mordida- E ele me compreende tão bem.
Tenho que emplantar-me que ajo muito mal para tentar melhorar. Assim não desfaço minhas próprias palavras, meus textos e tudo que sei até hoje.
Mesmo assim, continuo no meu insubstituível STRESS.
A nessecidade de transmitir o que eu sinto me deixa nervoso. Acho que o stress vem como um amargo remédio que atravessa a garganta e pousa no estômago para depois ser digirido em uma vomitada. Sei que tais palavras dão embrulho na ''barriga'', mas é por nessecidade que escrevo. Minha alma emplora por um passaso que me pertuba e me deixa triste, e meu corpo estremesse ao usar essas roupas deconfortáveis. Tenho que me conter quanto ao meu incontralável jeito de agir para com o Dr. Tomps- Da útima vez eu arranquei um pequeno pedaço de seu braço com uma mordida- E ele me compreende tão bem.
Tenho que emplantar-me que ajo muito mal para tentar melhorar. Assim não desfaço minhas próprias palavras, meus textos e tudo que sei até hoje.
Mesmo assim, continuo no meu insubstituível STRESS.
14 janeiro, 2010
DIARIO DE UM LOUCO.
A vida é tão inocente
Quando apenas somos crianças.
E tudo é de repente
Grande, perdemos a esperança.
As vezes nem nós mesmos sabemos
O porquê disperdissamos o paraízo.
As veses nem nós mesmos sabemos
O porquê estamos aqui.
Por que à cada momento
Que disperdissamos
É uma lágrima
Que vai rolar no futuro.
Me lembro de quando criança
Eu era cheio de esperança
Agora tudo se foi
Só porque eu cresci
Eu olho para a fotografia
E vejo o quanto eu mudei
Gostava de minhas tias.
Nem todos eu amei.
Por que a cada dia
Que passava
Eu chorava
Por que achava chato crescer.
Por que eu sinto fata
De minha mãe e de meu pai,
De todos que amava
E dos meus irmãos.
"É uma lágrima...
Que no futuro vai rolar."
13 janeiro, 2010
Flitz, o menino feio.

Flitz, o menino feio.
Tudo começou na barriga de sua mãe, Petúnia. Ela foi fazer uma ultro-sonografia e ficou muito irritada com a resposta do Dr. Cachovra ao perguntar o sexo do menino.
-Se é homem ou mulher eu não sei. Só seu que é feeeeio...
-Oquê!?! Você está chamando o meu filho de feio?ah, não!- quando ela virou o rosto para o computador, logo tomou um susto e disse "Ai, que coisa ridícula. Chamem o exorcista para exorcisar este demônio!
Flitz foi abandonado por sua mãe e a mulher dela, que o deixou na beira de um penhasco, chorando e com muita fome.
Uma velha senhora, de um lugar perto dali, ouviu o horrivél choro do menino e foi acodi-lo. Ao ver o rosto da pessa não pensou duas vezes e disse.
-Ai! Meu Deus, como foste capazes de colocar algo tão...tão...tão feio nesse belo mundo?- Então jogou o menino penhasco à baixo. Assim ele foi parar em um vilareijo onde cuidaram dele.
Ele cresceu feio, até mais que qualquer um daquele lugar. Mas a feiura não o empedia de sonhar. Sempre pensara no dia em que seria ator. Sua mãe(a mãe adotiva) logo que soube pagou´para o filho um curso de TEATRO(artes cênicas).
Chegando ao tal cuso o menino se surpreende com o entusiasmo do prfessor para com ele.
-PERFEITO!!!
-Perfeito!?!Como assim "pefeito"!?! Eu sempre fui despresado..Eu...Perfeito?
-É. Perfeito- diz o professo dando-lhe uns papeis.-Vai logo treinando essas falas.
Flitz pensou um pouco antes de ler. Perguntou:
-Espera ai. Que papel eu irei fazer?
Então o professor logo lhe respondeu com a voz tenebrosa:
-O OGRO MALDITO!!!!
(Ah...feio, sempre feio!)
DIARIO DE UM LOUCO
Manaus, 13 de janeiro de 2010.


- Eu vou contar até cinco!...um, dois, três, quatro e cinco.
Prontos ou não lá vou eu!
Quem não se escondeu não se esconde mais!!
Queria ter brincado mais de pic-esconde, de manja-pega e abc-dário. Hoje meu corpo não pode mas ser criança e o único que tem chance de ser infantil é o meu cérebro -Lembro-me muito bem de meus primos correndo pela rua e de minhas tias cada uma com sandálias na mão persseguindo os mesmos.
Pode até ser loucura, mas eu sinto tanta falta de apanhar de minha mãe, de prometer a ela que não iria, nunca mais, para a rua novamente.
-Acho que eu era mais feliz quando chorava fazendo biquinho.
12 janeiro, 2010
DIARIO DE UM LOUCO
Manaus, 12 de janeiro de 2010.
Acho que a vida nos dá lições. É, tenho quase a certeza disso. Mas, as vezes eu penso que nós nos damos lições. Logo que acordei, pela manhã, eu vi que tudo que nós fazemos fica gravado na memória- e a aminézia só vem quando queremos esquecer algo- E é por isso que escrevo: para não esquecer de meus dias, das coisas boas, das ruins, das lágrimas e sorrizos, das quedas e dos alevantamentos com volta por cima. Por que sei que tudo isso faz parte da vida que levamos e da vida que vamos levar apartir deste momento. É tudo uma quetão de tempo, tempo e compreenção. Se você compreende o tempo das coisas conseguirás tudo que desejas na mais perfeita organização.
-E eu esperarei o tempo que for preciso , mas eu sei que um dia eu serei muito feliz, assim como tanto suspiro. Só não quero que esse dia chegue logo..."pois eu ainda tenho medo da MORTE".
Acho que a vida nos dá lições. É, tenho quase a certeza disso. Mas, as vezes eu penso que nós nos damos lições. Logo que acordei, pela manhã, eu vi que tudo que nós fazemos fica gravado na memória- e a aminézia só vem quando queremos esquecer algo- E é por isso que escrevo: para não esquecer de meus dias, das coisas boas, das ruins, das lágrimas e sorrizos, das quedas e dos alevantamentos com volta por cima. Por que sei que tudo isso faz parte da vida que levamos e da vida que vamos levar apartir deste momento. É tudo uma quetão de tempo, tempo e compreenção. Se você compreende o tempo das coisas conseguirás tudo que desejas na mais perfeita organização.
-E eu esperarei o tempo que for preciso , mas eu sei que um dia eu serei muito feliz, assim como tanto suspiro. Só não quero que esse dia chegue logo..."pois eu ainda tenho medo da MORTE".
11 janeiro, 2010
DIARIO DE UM LOUCO

Manaus, 11 de janeiro de 2010.
Lembro-me hoje de meus presentes de aniverssário, das coisas ridículas e legais que eu ganhava. Eu jogava tudo no lixo quando enjoava. Agora sinto falta de tanta coisa que foi pro ''brégio''. Sinto falta de um pai que não tive, da minha vida antipática que eu vivia, dos meus brinquedos velhos, da minha mãe cabeça-oca e até de meu irmão que não me compreendia. Não sou mais nada- Eu os despresei um dia e nesse momento me sinto despresado por eles-Talvez se eu podesse voltar ao passado eu diminuiria os meus erros, ou talvez eu queria não ter nascido.
Todos os dias existem pessoa aniverssáriando por ai e eu conheço uma delas. Minha mãe sempre perssimísta com o futuro agora é pó, simplismente pó. Queria tanto ter dito que a amava. Mas não!, eu tinha que dar uma de machão na frente dela para não ficar por baixo.
-Sinto sua falta, mãe.
Lembro-me hoje de meus presentes de aniverssário, das coisas ridículas e legais que eu ganhava. Eu jogava tudo no lixo quando enjoava. Agora sinto falta de tanta coisa que foi pro ''brégio''. Sinto falta de um pai que não tive, da minha vida antipática que eu vivia, dos meus brinquedos velhos, da minha mãe cabeça-oca e até de meu irmão que não me compreendia. Não sou mais nada- Eu os despresei um dia e nesse momento me sinto despresado por eles-Talvez se eu podesse voltar ao passado eu diminuiria os meus erros, ou talvez eu queria não ter nascido.
Todos os dias existem pessoa aniverssáriando por ai e eu conheço uma delas. Minha mãe sempre perssimísta com o futuro agora é pó, simplismente pó. Queria tanto ter dito que a amava. Mas não!, eu tinha que dar uma de machão na frente dela para não ficar por baixo.
-Sinto sua falta, mãe.
Assinar:
Comentários (Atom)

