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15 janeiro, 2010

DIARIO DE UM LOUCO


Manaus, 14 de janeiro de 2010.

A nessecidade de transmitir o que eu sinto me deixa nervoso. Acho que o stress vem como um amargo remédio que atravessa a garganta e pousa no estômago para depois ser digirido em uma vomitada. Sei que tais palavras dão embrulho na ''barriga'', mas é por nessecidade que escrevo. Minha alma emplora por um passaso que me pertuba e me deixa triste, e meu corpo estremesse ao usar essas roupas deconfortáveis. Tenho que me conter quanto ao meu incontralável jeito de agir para com o Dr. Tomps- Da útima vez eu arranquei um pequeno pedaço de seu braço com uma mordida- E ele me compreende tão bem.
Tenho que emplantar-me que ajo muito mal para tentar melhorar. Assim não desfaço minhas próprias palavras, meus textos e tudo que sei até hoje.
Mesmo assim, continuo no meu insubstituível STRESS.

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